NotíciasFique por dentro das novidades que acontecem na MHA Engenharia

MHA e WJM parceria para aprimorar experiências.

By | Sem categoria | No Comments

MHA Engenharia fecha parceria internacional com a empresa William Jacob Management, especializada em projeto e serviços na área Offshore – Petróleo e Gás. A parceria estratégica aproveita a expertise da MHA no mercado brasileiro com a comprovada experiência da WJM para desenvolver trabalhos nas instalações de produção em terra e offshore que necessitem de serviços de engenharia.

Sistemas Estruturais para concepção de projetos hospitalares – Compartilhando Experiências

By | Sem categoria | No Comments

Olá a todos!

Na última matéria trouxemos o assunto tecnologia e suas inúmeras possibilidades na área de telecomunicações aplicadas às edificações da área da saúde, principalmente hospitalar.

Vamos continuar no tema tecnologia, mas com outro foco, talvez menos presente no cotidiano das pessoas, talvez uma tecnologia mais de bastidores, mas com relevante impacto no resultado final das edificações: a tecnologia aplicada à engenharia estrutural.

A chegada do conceito BIM (Building Information Modeling) ao mercado brasileiro já beira os 15 anos, mas continua sendo um convite para um novo olhar da arquitetura e da engenharia com relação à forma de conceber projetos. A fase conceitual ganha maior importância e reúne toda a gama de disciplinas necessárias com a necessidade de trabalhar de forma muito mais integrada.

O projeto começa a ser gerado no ventre da arquitetura, baseado no desejo de conceber um novo filho, com função pré-determinada e já com um primeiro objetivo na vida. Chamamos esse objetivo de plano de massas. Após as primeiras células se multiplicarem em forma de rabiscos, que agora chamamos de modelagem, a engenharia estrutural já pode auxiliar na gestação desse novo feto contribuindo com as primeiras análises estruturais do novo projeto, como o esqueleto que começa a ser formado para sustentação do corpo humano.

Com as ideias se multiplicando na arquitetura, a engenharia tem o papel de sinalizar as primeiras reflexões quanto ao terreno escolhido para implantar o novo empreendimento, as análises do tipo de solo obtidas com sondagens geotécnicas que contribuem para traçar cenários físicos e financeiros, baseados em tipologias para as fundações, presença de lençol freático em níveis idealizados para abrigar subsolos, equipamentos que serão necessários e custos compatíveis ou capazes de inviabilizar o “budget” disponível para execução do empreendimento. Análises conjuntas da arquitetura e da engenharia de solos, em relação à cota de implantação da edificação no terreno, podem gerar inúmeros benefícios futuros, tanto para fase de execução quanto manutenção ao longo de toda a vida da edificação.

Outro conceito que beneficia de forma positiva o projeto é a modulação arquitetônica casada com a estrutural. Começar um projeto arquitetônico com uma malha fixa, por exemplo, 1.25m por 1.25m, permite garantir modulação de forros, caixilhos e resultam na possibilidade de uso de vãos estruturais múltiplos dessa mesma malha. A experiência em projetos hospitalares, onde não são incomuns alterações constantes de tipo de ocupação dos ambientes, traz ainda mais relevância para esse importante ponto, por trazer mais flexibilidade a essa necessidade.

Falando de racionalização, estudos de modulação das alvenarias com eventuais ajustes nas seções das peças estruturais, tanto no plano horizontal quanto vertical, agregam em muito à qualidade da produção da obra, sem necessidades constantes de quebras de blocos de alvenaria.

Especificamente para hospitais, a escolha dos locais onde ficarão os ambientes de imagens e ambientes técnicos, onde as cargas são maiores, são de suma importância para a viabilidade e o custo final do projeto estrutural. No caso de salas de imagem, há também a necessidade dos estudos dos acessos com os equipamentos para que a engenharia estrutural conceba adequadamente a estrutura das áreas de acesso com relação ao peso que terão que suportar, mesmo que esporadicamente.

Pensando na solução estrutural para o empreendimento, há inúmeros sistemas que podem ser usados, cada qual com suas vantagens e desvantagens.Cabe ao projetista estrutural estudar todo o cenário e apresentar ao seu cliente a melhor solução, tanto do ponto de vista técnico como também econômico, tanto para condição de uso original quanto para possibilidade de expansões futuras.

O bom projeto estrutural é aquele que vai muito além do não ruir, garantindo um bom desempenho e um bom conforto para o usuário e que apresenta facilidade de execução, montagem e manutenção. O bom projeto estrutural é aquele compatibilizado com todas as áreas.

A vida útil de um empreendimento, por muito tempo, foi vista com responsabilidade atribuída ao projeto estrutural, porém hoje é consenso que a responsabilidade pela vida útil de uma obra também é responsabilidade da execução e da sua constante manutenção.

Os terrenos estão cada vez menores e a necessidade de espaços utilizáveis é cada vez maior, o que gera necessidade de peças estruturais cada vez mais esbeltas e, com isso, com menor tolerância para absorver desvios, seja por falhas no cálculo estrutural ou na execução da obra.

A engenharia estrutural conta com o auxílio dos softwares de modelagem e análise de estabilidade e comportamento dos elementos que compõem o conjunto responsável por garantir o desempenho estrutural de uma edificação. Além disso, com ensaios em modelos estruturais, em escala reduzida, é possível conceber projetos cada vez mais arrojados.

Essencial ressaltar, no entanto, que os computadores continuam necessitando da inteligência humana, que precisa também estar preparada para interpretar os resultados e respostas desses softwares. Projetos arrojados necessitam de mãos de obras qualificadas e preparadas para garantir que a execução faça com que as edificações se comportem estruturalmente para função para qual foram projetadas.

O grande desafio, ao final, da engenharia e, em especial, da engenharia estrutural, é atender à expectativa do cliente, entregando um projeto que agregue à obra o equilíbrio entre custo, prazo de execução e qualidade.

O conceito BIM, na sua totalidade, permitirá que o cliente avalie e experimente o seu produto, muito antes do seu nascimento e, assim como todo avanço da ciência no sentido de antever futuros problemas com um bebe ainda no ventre materno, também a engenharia caminha para tal realidade.

Agradeço em especial a Eng. Ana Cláudia Camargo de Oliveira, especialista em projetos de engenharia estrutural, pela colaboração na elaboração deste artigo.

Agradecemos a vocês pela leitura!

Salim Lamha Neto e Ana Cláudia Camargo de Oliveira

A automação como ferramenta de gestão hospitalar

By | Sem categoria | No Comments

Olá a todos!
Desta vez, trago tema crucial: a automação e o uso da tecnologia para a gestão hospitalar inteligente. Esta escolha começa com o projeto de engenharia e tem reflexos em toda a operação do edifício, significando importante otimização dos recursos disponíveis. Para tanto, convidei o Eng. Eduardo Silva de Oliveira, PMP, especialista neste tema, para colaborar neste artigo.

Desde o surgimento da automação no setor industrial, até a consolidação dos ditos edifícios inteligentes atualmente, houve transformações significativas nesses sistemas, tanto do ponto de vista tecnológico, onde evolução e velocidade de atualização tecnológica foram determinantes, como do ponto de vista da relação dos usuários com os sistemas.

Em 70 anos evoluímos dos dispositivos eletromecânicos e pneumáticos para o conceito de internet das coisas, onde dispositivos do nosso dia a dia são conectados à internet e fornecem informações instantaneamente, com comunicação rápida e atualizada de equipamentos, eletrodomésticos, eletroportáteis, etc. Somado a isso, acompanhamos e nos adaptamos às transformações, desde os dispositivos sem “inteligência”, mas específicos e extremamente técnicos, para os smartphones. A automação deixa de ser uma ferramenta especializada, com uso restrito a profissionais da área, para se tornar acessível a todos, na palma de nossas mãos. Os estabelecimentos assistenciais de saúde não fogem a essa regra!

Antes de comentar como a automação pode ser uma ferramenta de gestão hospitalar, é preciso entendermos que houve um período de consolidação, necessário para provar a viabilidade de implantação dos sistemas de automação. Então, o grande foco dos projetistas integradores e fabricantes era demonstrar os benefícios que a implantação destes sistemas trariam ao edifício hospitalar. Por exemplo, otimização dos recursos energéticos, economia de água, energia e outros insumos da infraestrutura hospitalar. Além do fator econômico, havia o apelo da sustentabilidade e preservação do meio ambiente, com a intenção de demonstrar o valor da automação nesse contexto.

Hoje, os sistemas de automação consolidaram sua posição como ferramenta de otimização de recursos, mas ainda fica restrita a sua utilização por equipes técnicas. Considerando as novas possibilidades e funcionalidades dos sistemas de automação, é preciso quebrar o paradigma, adotando uma visão disruptiva em relação ao sistema, encarando-os como sistemas de gestão da infraestrutura hospitalar, ao invés de considerá-los somente um sistema de monitoramento e controle que lê variáveis, executa comandos e rotinas e gera alarmes baseados em suas leituras. Os novos sistemas de automação tornaram-se, ou irão se tornar, o meio de análise de performance da infraestrutura e uma ferramenta de mitigação de riscos para contribuir para a segurança dos pacientes dos estabelecimentos assistenciais de saúde.

Nessa nova visão, podemos separar os sistemas de automação em dois grandes módulos. Um que trata da eficiência operacional e outro que aborda a interface e segurança dos pacientes.

No primeiro módulo, o sistema terá como função principal gerar KPI de máquinas, equipamentos, de toda sua infraestrutura e da equipe de manutenção. Como exemplo, equipamentos de imagem de centro de diagnósticos, que possibilitam a geração de indicadores de consumo de energia e água por números de exames realizados. Comparando esses resultados entre as diversas unidades de uma rede, torna-se possível analisar os fatores que ocasionam as variações de consumo e focar as melhorias onde se tem o pior desempenho.

Essa medida pode ser aplicada aos diversos equipamentos e máquinas da infraestrutura: chillers, bombas, fancoils, câmaras frias, equipamentos de diagnóstico geral. Estes KPIs poderão ser utilizados para verificar consumos da infraestrutura hospitalar por número de pacientes, de leitos, por um determinado procedimento etc, gerandodados e informações cruciais para o planejamento e tomada de decisão em questões estratégicas e operacionais.

Pensando na gestão da equipe de manutenção, é possível aperfeiçoar e medir processos, utilizando ferramentas de padronização das atividades. Por exemplo, ao colocar-se um equipamento no “status” em manutenção no sistema de automação, este poderá apresentar ao profissional os procedimentos a serem realizados e o tempo estimado para a tarefa. Isso permite medir o desempenho dessa equipe e evitar a realização de procedimentos desnecessários naquela determinada atividade. Esta ação está totalmente alinha ao processo de lean manufacturing que atualmente é aplicado nos hospitais.

No segundo módulo, as estratégias são para dar conforto e facilidades, garantindo a segurança do paciente, utilizando restrições na infraestrutura para impedir que estas saiam dos parâmetros de segurança. Por exemplo, o controle local de temperatura, umidade e pressão de um centro cirúrgico, que jamais poderão ser alterados, por conta das normas vigentes.

Outra alternativa é introduzir opção de controle de ocupação, por exemplo em centros cirúrgicos, criando dados históricos de utilização do ambiente, reduzindo o uso do sistema de ar condicionado ou garantindo pressão da sala, mesmo em situações sem utilização.

Para ter sucesso na implantação, é necessário que toda a infraestrutura esteja preparada. Em um novo edifício, esse conceito deve ser adotado desde o início, adotando esta premissa ainda na fase de projeto, permitindo planejamento adequado com ganhos significativos. Essencial contar com profissionais capacitados e com conhecimento suficiente para planejar a infraestrutura pois, muitas vezes, o posicionamento adequado de um simples sensor pode influenciar o investimento. Há que se ressaltar ser possível a implantação em infraestruturas existentes, ainda que com maior impacto, pois não foram pensadas com essa nova visão.

A grande vantagem de se utilizar o conceito de gestão da infraestrutura é a atuação de forma preditiva, utilizando os dados, números e informações históricas adquiridos para definir previsões e tendências, permitindo a atuação antes que os problemas e falhas ocorram, possibilitando maior disponibilidade dos serviços, gerando ou garantindo maior produtividade e, consequentemente, receita.

Outro fator é a mobilidade e disponibilidade da informação, pois, com os dados em nuvem e com a disponibilidade de aplicativos para dispositivos móveis, o acesso à informação pelos gestores e sua equipe torna-se mais ágil e possibilita a atuação eficaz em qualquer situação.

Os ganhos gerados com a esta implantação, do ponto de vista da eficiência energética e operacional, serão atrativos em relação aos investimentos necessários, mesmo sem levar em consideração o valor agregado, em razão das novas ferramentas de gestão, que tornarão a implantação um excelente negócio para as instituições de saúde, uma vez que ampliarão o leque de informações disponíveis para decisões estratégicas.

Agradeço a vocês pela leitura e críticas e até logo!

Um abraço,

Salim Lamha Neto

Artigo elaborado para o site/revista: Administradores Prime

Reserva técnica na engenharia e na arquitetura: impactos negativos na construção e manutenção do edifício hospitalar

By | Sem categoria | No Comments

Olá a todos!Salim Lamha

Primeiramente, agradeço pelo convite da Administradores Prime, cuja equipe foi muito gentil ao me oferecer um espaço para falar de temas tão sensíveis para nós que atuamos no meio hospitalar.

Sou engenheiro industrial, modalidade mecânica, formado pela FEI, acadêmico da Academia Brasileira de Administração Hospitalar, sócio-fundador, ex-presidente e membro do conselho da ABDEH – Associação Brasileira para o Desenvolvimento do Edifício Hospitalar, e sócio-fundador da MHA Engenharia Ltda., fundada em 1975. Em minha carreira profissional, tive e tenho a oportunidade de elaborar projetos de engenharia e prestar serviços de gerenciamento de obras nos diversos setores da construção civil, tendo atuado em ambientes hospitalares de diferentes portes e complexidades em todo o país e também no exterior. Por 20 anos, atuei como coordenador científico do Congresso Brasileiro de Administração Hospitalar e Gestão em Saúde, na área de Engenharia e Arquitetura Hospitalar. Atualmente, faço parte da comissão científica do referido evento nas áreas citadas e em hotelaria hospitalar.

Por conta deste histórico profissional, os temas que pretendo abordar girarão em torno da engenharia e arquitetura hospitalar, hotelaria hospitalar, legislação na saúde (RDC 50 e demais da Anvisa relacionadas ao edifício hospitalar), comunicação e humanização no atendimento ao cliente, tecnologia de gestão (de projetos e de obras) e ética em saúde.

Neste mês, falaremos exatamente sobre este último tópico, ética em saúde, trazendo à tona um tema bastante sensível e comum, porém pouco abordado no ambiente hospitalar: a malfadada reserva técnica. É uma prática que implica em uma contrapartida financeira a ser paga a arquitetos e engenheiros por fornecedores de produtos, equipamentos, insumos e lojistas, pela indicação junto a clientes, sejam da área da construção, sejam clientes finais. Em outras palavras, isso acontece quando, por exemplo, o engenheiro determina em seu memorial descritivo um equipamento, ou mesmo uma solução, que não necessariamente é o melhor em termos técnicos, financeiros e para o projeto, mas que implicará ao profissional um bônus dado pelo fabricante ou fornecedor pela sua indicação. Ou, ainda, quando o arquiteto especifica um determinado acabamento ou móvel também pela mesma razão, apenas para obter esta contrapartida financeira, sem que haja necessariamente uma pesquisa por trás do que seria o melhor para o cliente.

Não é difícil entender que esta prática inverte a lógica ética da profissão e mina totalmente a confiança do cliente no profissional. Afinal, como acreditar que a solução apontada pelo arquiteto ou pelo engenheiro que recebe a reserva técnica do fornecedor é a acertada, se o maior motivo para a sua apresentação ao cliente não é técnico, mas ocorre em benefício financeiro do próprio profissional? Isso acaba gerando um laço com o fornecedor que certamente compromete as especificações recomendadas para um edifício de saúde.

Muitas vezes, a prática da reserva técnica vem camuflada: o projeto é oferecido a baixíssimo custo, ou mesmo gratuitamente, com a alegação de parceria, ou indicação em trabalhos futuros. Para o comprador desavisado, que é pressionado a todo momento a baixar custos e aumentar a eficiência da operação, esta opção salta aos olhos e é sedutora. Afinal, não fica claro que o lucro do engenheiro ou arquiteto virá do montante que ele obterá dos fornecedores. No entanto, perguntamos: neste caso, a fidelidade do engenheiro ou arquiteto não pende mais para o fornecedor do que para o seu cliente final? Parece lógico que sim.

A Lei n. 12.378/2010, que regula o exercício da arquitetura e do urbanismo no país, em seu artigo 18 caracteriza como infração disciplinar o ato de “locupletar-se ilicitamente, por qualquer meio, às custas de cliente, diretamente ou por intermédio de terceiros”. O Código de Ética e Disciplina do CAU também condena o ato, determinando, em seu item 3.2.16, que: “o arquiteto e urbanista deve recusar-se a receber, sob qualquer pretexto, honorário, provento, remuneração, comissão, gratificação, vantagem, retribuição ou presente de qualquer natureza – seja na forma de consultoria, produto, mercadoria ou mão de obra – oferecidos pelos fornecedores de insumos de seus contratantes, conforme o que determina o inciso VI do art. 18 da Lei n° 12.378, de 2010”.

É ilegal e antiética, porém ainda bastante comum. Pouco a pouco, no entanto, o mercado e também a classe e as entidades ligadas à arquitetura e à engenharia têm se posicionado firmemente contra esta conduta, uma vez que isso compromete a imagem e a credibilidade de toda a classe. Tanto a ABDEH (Associação Brasileira para o Desenvolvimento Hospitalar) como o CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo) fizeram campanhas recentes para conscientizar a respeito da ilegalidade da adoção da reserva técnica.

O cliente tem que estar certo de que o produto foi indicado pelo profissional por sua qualidade, e não porque ele está recebendo uma comissão do fornecedor. Essa dúvida não pode existir, em nome da imagem da coletividade dos profissionais e em favor da sociedade.

Agradeço a vocês pela leitura e críticas e até logo!

Um abraço,

Salim Lamha Neto

Artigo elaborado para o site/revista: Administradores Prime

HOSPITALAR – Feira+Forúm 2017 – Repensar a Saúde: Modelo – Financiamento – Gestão – Assistência

By | Sem categoria | No Comments

Repensar a Saúde: Modelo – Financiamento – Gestão – Assistência, este é o Tema Central do 40º Congresso Brasileiro de Administração Hospitalar e Gestão em Saúde, em cooperação com a Hospitalar Feira + Fórum 2017.

Serão quatro dias de reflexão em busca de novos caminhos e soluções para enfrentarmos o momento de dificuldade do Sistema de Saúde no País. 

Nos congressos que abrangem engenharia, arquitetura e hotelaria, a MHA Engenharia, empresa com mais de 42 anos de experiência terá grande participação.

Acesse: http://www.eventosfbah.org.br, faça sua inscrição e participe conosco do maior evento de Gestão em Saúde das Américas!

Revista HealthARQ – Marco 2017

By | Sem categoria | No Comments

Hospital Nove de Julho

Em sua 22ª edição, a HealthARQ traz uma matéria especial detalhando os projetos de instalações elétricas, hidráulicas, eletrônicas e de climatização do Hospital Nove de Julho. Essa matéria contou com a participação do Gestor Carlos Eduardo Vera e dos Diretores Raymond Khoe e Maria Elisa Germano.

Clique na imagem abaixo e confira a matéria na integra.

Compartilhar conhecimento: rumo à engenharia hospitalar de excelência

By | Sem categoria | No Comments

Compartilhar conhecimento não se resume apenas a dividir ou repassar informação. Mais do que isso, é abrir espaço para a troca e para o crescimento, é enriquecer o mercado, mantendo-o em movimento, e é obrigar-se a buscar sempre mais conhecimento. E essa é a forma que a MHA se mantém viva e competitiva no mercado.

Com essa visão, a MHA, em parceria com a ABDEH –Associação Brasileira para o Desenvolvimento do Edifício Hospitalar, promoveu os cursos de engenharia e gerenciamento de projetos, obras e certificação na 1º Feira SAHE 2017 (South America Health Exhibition). O evento foi totalmente direcionado para o setor da saúde e aconteceu entre os dias 13 e 16 de março em São Paulo. Os cursos foram dedicados aos profissionais que atuam no segmento de engenharia e arquitetura, além de gestores de facilities, administrativos e financeiros.

Confira como foi o evento:

CURSO DE ENGENHARIA – ESPAÇOS TÉCNICOS DE ENGENHARIA DE UM E.A.S.

O curso de engenharia, denominado “ESPAÇOS TÉCNICOS DE ENGENHARIA DE UM E.A.S.”, foi ministrado pelos diretores da MHA Carlos Alberto Centurion – Engenheiro Eletricista, Maria Elisa Vasconcellos Germano – Engenheira Civil, Raymond Liong Khoe – Engenheiro Mecânico, Ana Cláudia Camargo de Oliveira – Engenheira Civil e Eduardo Silva de Oliveira – Engenheiro Eletricista.

O objetivo do curso foi explicar a grande complexidade das instalações de um E.A.S. (Estabelecimento Assistencial de Saúde), uma vez que existem mais de 50 diferentes tipos de utilidades com características específicas para sua implantação. O correto dimensionamento dos espaços, baseados nas normas técnicas brasileiras e internacionais, garante as condições de flexibilidade e expansibilidade necessárias para a otimização das rígidas condições operacionais dos estabelecimentos assistenciais de saúde.

CURSO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS, OBRAS E CERTIFICAÇÃO

Ainda no âmbito da engenharia, mas com foco em gerenciamento, a sócia da MHA, a Engenheira Civil Marcia Cristina Brandão da Silva, , ministrou o curso de GERENCIAMENTO DE PROJETOS, OBRAS E CERTIFICAÇÃO.

O curso apresentou as dificuldades e interfaces necessárias do gerenciamento de projetos e obras no ambiente hospitalar. Enriquecendo o conteúdo, foram apresentados alguns cases de sucesso: Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Hospital Sírio Libanês e Hospital Vitória Anália Franco.

BIM: EM CONSTANTE EVOLUÇÃO

A MHA segue sendo a referência em BIM para a engenharia. Prova disso é que, ao longo de todo o curso, foi apresentada a aplicação da ferramenta. Com isso, a MHA espera que, paulatinamente, haja cada vez mais profissionais atuando com essa tecnologia, para que ela seja mais competitiva e assim, viável a todos os projetos. A inovação é o combustível do crescimento.

Acreditamos que, quem faz primeiro, não precisa ser o único a fazer. É saudável competir, trocar conhecimento e experiência, sempre. De nossa parte, vamos seguir compartilhando conhecimento, pois acreditamos em nosso objetivo comum de ter, em todos os casos, uma obra hospitalar perfeita!

Flexibilidade e Sustentabilidade como Premissas

By | Sem categoria | No Comments

As demandas da área da saúde sobre o espaço físico são de um dinamismo marcante. Continuamente as tecnologias de equipamentos se alteram, novos procedimentos são implantados, e o mercado exige atendimentos diferenciados.

Quando o hospital inicia qualquer projeto ou construção é preciso ter em mente a flexibilidade, a expansibilidade, a facilidade de manutenção e operação, as questões da sustentabilidade e a coordenação de todas as disciplinas envolvidas entre as principais premissas. De acordo com Salim Lamha, sócio-fundador da MHA Engenharia, a modernização e atualização tecnológica tem sido constante nas últimas cinco décadas. “O que muda é a velocidade dessas transformações”, explica.

Para que os ambientes hospitalares possam acompanhar esse desenvolvimento, o primeiro passo é entender a missão, os objetivos, a visão da assistência e do mercado que a instituição pretende atingir. Projetos “engessados” oneram as instituições e prejudicam a qualidade do atendimento. “Devemos ter em mente que os hospitais exigem uma operação ininterrupta (24/7), mudanças de procedimentos médicos e de equipamentos que geram novas demandas de energia, espaços, entre outras particularidades.

Se, na concepção dos projetos, estes fatores não foram efetivamente considerados, teremos a manutenção interrompendo grandes áreas para reparos, implantação de equipamentos gerando obras incompletas por não termos acesso aos suprimentos de energia, tubulação com vazamentos sem um acesso adequado, etc”, explica. Segundo o executivo da MHA, o custo operacional anual de um hospital é praticamente o mesmo de toda a construção e dos equipamentos.

“Considero que inteligente devam ser o projeto e a operação do edifício hospitalar. Desta forma, questões de durabilidade dos materiais, manutenção facilitada, soluções que minimizem significativamente os consumos, quer sejam de energia, água ou gases, impactam de forma definitiva na ‘inteligência’ do edifício”, revela. Segundo ele, é fundamental explorar as condições naturais de ventilação, iluminação e o uso de gravidade.

SUSTENTABILIDADE

As questões de sustentabilidade já fazem parte do cotidiano das institui- ções de saúde que integram planejamentos e projetos adequados. “Infelizmente este número ainda é pequeno. Estimo que menos de 10% dos hospitais façam um plano diretor adequado e conduzam os seus projetos com esta visão de planejamento. Lembro sempre que a obra mais cara é a provisória. A humanização faz parte da formação do arquiteto e não há dúvida que hoje o usuário, paciente ou equipe do hospital, cobra também um ambiente mais acolhedor e de melhor convivência”, diz. A exigência técnica e complexidade nunca poderão ser desculpas para que o hospital não busque soluções de sustentabilidade.

“Esta questão nos remete novamente aos conceitos que devemos perseguir nos projetos e na execu- ção das obras. Vou insistir que devemos ter em mente as particularidades das instituições de saúde e as condições que devemos prover nas edificações que irão abrigá-las. Redução de consumos, melhor desempenho energético, materiais de menor impacto ambiental, reciclagem, qualidade do ar interior, comissionamento dos sistemas são obrigatórios em qualquer projeto na atualidade”.

Os hospitais não são diferentes do restante do mercado, é preciso educação para as exigências. “A participação cada vez maior dos arquitetos e engenheiros e a profissionalização dos administradores hospitalares são as ferramentas fundamentais para a implantação dos conceitos também do green building”, conclui.
Fonte do texto: administradoresprime.com.br